Segundo o G1 Política, os dados parciais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que, entre as unidades da federação com resultados já definidos, o Mato Grosso do Sul tem a maior proporção de deputadas federais eleitas, com quatro das oito vagas (50%). O Amapá lidera a participação feminina nas assembleias estaduais, ocupando 25% das cadeiras (seis de vinte‑quatro). Já o Distrito Federal e Roraima não elegeram nenhuma mulher para a Câmara dos Deputados, enquanto o Acre foi o único estado sem mulheres eleitas nas assembleias.

Os números parciais apontam que, até o momento, foram eleitas 23 mulheres para 105 vagas na Câmara (21,9%), cinco para 20 vagas no Senado (25%) e 32 para 222 cadeiras nas assembleias e na Câmara Legislativa do DF (14,4%). Entre os estados analisados, o Rio Grande do Sul tem o maior número absoluto de deputadas federais eleitas (cinco), embora sua participação seja de 16,1%.

No Senado, o Distrito Federal elegeu duas mulheres – Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (ambas pelo PL) – representando 100% das vagas em disputa naquele estado. No Acre, Amapá e Roraima, cada um elegeu uma senadora, correspondendo a 50% das vagas. Em outros estados (Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia e Tocantins) as duas vagas foram preenchidas por homens.

Esses percentuais referem‑se apenas às vagas em disputa nesta eleição e podem mudar à medida que os resultados sejam consolidados nas demais unidades da federação.