Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República, foi alvo de uma análise que alerta sobre o risco de adotar uma postura de “professor de Deus” durante seu quarto mandato. A coluna, escrita por Marcelo Godoy e publicada no Estadão Política em 03/11/2026, discute a necessidade de Lula reunir apoio para reformas econômicas, políticas, tributárias e do Judiciário, em vez de buscar um protagonismo excessivo.
O texto remete a episódios anteriores, como a anulação das condenações de Lula pela 13ª Vara Criminal de Curitiba em março de 2021, quando Ciro Gomes afirmou que não participaria de um “circo” e Lula respondeu chamando o tucano de “professor de Deus”. A análise também menciona a vitória de Lula nas eleições de 2026, destacando a preocupação de seu entorno quanto à tentação de assumir um papel autoritário similar ao de ex‑ministros de seu primeiro mandato.
Godoy cita ainda a necessidade de Lula ouvir diferentes lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e José Dirceu, para conduzir as reformas necessárias. O autor finaliza lembrando que a política exige “esforço tenaz e enérgico” para superar obstáculos, citando Max Weber para reforçar a ideia de responsabilidade e convicção no exercício do poder.
