O juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, rejeitou o pedido do advogado Willer Tomaz e da empresa WT Administração de Imóveis e Bens, que buscava obrigar o jogador Richarlison a excluir publicações nas redes sociais sobre a disputa de uma ilha em Angra dos Reis (RJ). A decisão foi publicada na manhã de 30 de outubro de 2026.
Richarlison havia denunciado, em postagens de 21 de outubro, que teria adquirido a área da Ilha Comprida em 2020 e que a posse foi confirmada pela Justiça do Rio de Janeiro. O jogador acusou o senador Flávio Bolsonaro – candidato derrotado à presidência – e Willer Tomaz de ocuparem o imóvel sem pagamento, alegando ainda que uma empresa inativa foi reativada para favorecer a tomada da ilha.
O pedido de remoção dos conteúdos foi encaminhado ao Estadão/Broadcast, que tentou contato com a assessoria de imprensa de Willer Tomaz sem sucesso até o fechamento da matéria. A negativa judicial mantém as publicações de Richarlison disponíveis, permitindo que o caso continue em debate público.
Até o momento, não há informações sobre recursos ou novas medidas judiciais por parte de Willer Tomaz ou da empresa envolvida. O caso segue sob observação da imprensa e das partes citadas.
