No domingo (25/10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para um quarto mandato ao Planalto, derrotando o senador Flávio Bolsonaro (PL). A vitória foi amplamente comentada pela imprensa estrangeira, que ressaltou o impacto político da eleição no cenário latino‑americano. O Washington Post observou que Lula "freou a guinada à direita na América Latina", enquanto o Wall Street Journal destacou que o presidente de 80 anos "derrotou Flávio Bolsonaro e estendeu uma das mais longas carreiras políticas da América Latina".
O New York Times apontou que o Brasil "reelegeu Lula, rejeitando o filho de seu antecessor", e o The Guardian, do Reino Unido, descreveu a conquista como a derrota de um senador de extrema‑direita e a eleição de Lula para um quarto mandato não consecutivo. O jornal espanhol El País enfatizou o "retorno histórico" da esquerda ao poder, enquanto o francês Le Monde mencionou a prorrogação do horário de votação determinada pelo STF como fator decisivo.
Na América do Sul, o Clarín da Argentina ressaltou que Lula "reverteu a situação, derrotando Flávio Bolsonaro por mais de 3 pontos percentuais e permanecendo no poder por mais 4 anos". Essas análises demonstram como a reeleição de Lula está sendo interpretada como um marco de resistência ao avanço da extrema‑direita na região. Fonte: Poder360.
