Após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, o presidente iniciou a formação da equipe ministerial para o seu quarto mandato. Fontes apontam que políticos que perderam nas eleições de 2026 – como o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB-PE), a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT-SP) – devem ser integrados ao novo gabinete, apesar de não terem mandato eletivo a partir de janeiro de 2027.
João Campos, derrotado pela governadora Raquel Lyra (PSD-PE) na disputa pelo governo de Pernambuco, seria considerado para a chefia do Ministério da Ciência e Tecnologia, pasta ocupada anteriormente por seu pai, Eduardo Campos, no primeiro mandato de Lula. Campos, que também preside o PSB a nível nacional, já atuou em 2025 na crise de comunicação do governo federal, orientando estratégias digitais.
Gleisi Hoffmann, que concorreu ao Senado pelo Paraná e ficou sem mandato, está entre os nomes cotados para assumir o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Já Fernando Haddad, sem vitória nas eleições para governador de São Paulo, é mencionado como possível candidato à Casa Civil, embora o senador Camilo Santana (PT-CE) seja apontado como favorito para o cargo.
Além desses nomes, a matéria indica que outros aliados derrotados, como Renan Filho (MDB-AL) e Carlos Fávaro (PSD-MT), podem retornar aos ministérios de Transportes e Agricultura, respectivamente. O texto não traz declarações oficiais do Palácio do Planalto nem confirma nomes, sendo uma análise baseada em fontes de imprensa.
