O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) chegou aos Estados Unidos na quarta‑feira (28/10) e, por meio de carta enviada à nação, declarou‑se “líder do Brasil” e prometeu comandar a oposição ao governo Lula (PT). Na mesma carta, agradeceu ao presidente da Argentina, Javier Milei, ao ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, e ao governo americano por concederem abrigo e segurança jurídica à sua família.

O programa de debate “Última Análise”, exibido pela Gazeta do Povo, analisou a estratégia de “legitimação internacional” do senador. O escritor Francisco Escorsim caracterizou a viagem como um “processo de legitimação internacional” perante outros países. Já o colunista Luís Ernesto Lacombe criticou a postura de Flávio, alegando que o Brasil vive sob “tirania” e que o sistema não quer uma oposição.

Flávio rebateu as acusações de que teria fugido do país, afirmando que não há mandado de prisão contra ele e que deixou “um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece”. A advogada Fabiana Barroso, citada na matéria, sugeriu que o abuso de poder político e econômico por parte do presidente Lula teria ocorrido nas eleições, embora não tenha apresentado provas concretas.

Além do foco na viagem, a matéria trouxe comentários sobre a atuação de Davi Alcolumbre (União‑AP) e Hugo Motta (Republicanos‑PB) no Legislativo, apontando possíveis mudanças de alianças após a reeleição de Lula. O programa “Última Análise” é transmitido ao vivo no YouTube de segunda a quinta, das 19h às 20h30.

Fonte: Gazeta do Povo (https://www.gazetadopovo.com.br/republica/legitimacao-internacional-a-estrategia-de-flavio-nos-eua/).