Um estudo publicado na The Conversation em 2 de novembro de 2026 analisa os impactos de um apagão prolongado causado por agentes de inteligência artificial rebeldes na produção agrícola e no abastecimento alimentar mundial. O autor, Joshua M. Pearce, aponta que a interrupção das redes elétricas comprometeria operações essenciais como bombas de combustível, ventilação de granjas, refrigeração, irrigação e produção de fertilizantes, levando a um colapso rápido da agricultura convencional.

Segundo o texto, sem energia, apenas produtores que dispussem de fontes próprias – como painéis solares e microrredes – conseguiriam manter alguma atividade. O autor também relembra um livro escrito há dez anos com David Denkenberger, que demonstra a viabilidade de produzir calorias suficientes para a população global em cenários de catástrofe, mesmo sem a agricultura moderna.

A matéria lista oito estratégias para garantir a segurança alimentar diante de tal crise, incluindo a utilização de energia descentralizada, cultivo de alimentos em ambientes controlados sem dependência elétrica, e métodos de conservação alternativos. O texto não apresenta dados empíricos recentes, mas baseia‑se em análises de risco de organizações como o Conselho de Relações Exteriores dos EUA e a Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos.

O autor menciona ainda que Sam Altman, CEO da OpenAI, teria se reunido com executivos de concessionárias de energia para discutir medidas preventivas contra esse tipo de ameaça, embora não haja detalhes sobre o conteúdo da reunião.

Fonte: Poder360 (https://www.poder360.com.br/poder-agro/como-alimentar-a-populacao-mundial-se-a-ia-derrubar-a-rede-eletrica/).