Com o encerramento das eleições no domingo (25/10), a projeção da composição do Senado a partir de fevereiro de 2027 está praticamente definida, segundo a Agência Senado. O Partido Liberal (PL) deve liderar a bancada com 29 dos 81 senadores, seguido pelo PT (10), MDB (8) e PP (6). União Brasil e Republicanos ficarão com cinco vagas cada, PSD e PSB com quatro, Novo com três, PSDB e Podemos com dois, e Rede e PDT com um senador cada. O senador Romário (RJ) permanece sem filiação partidária.
A bancada feminina chegará a 19 integrantes (23,5% das cadeiras), contando as 12 mulheres eleitas em outubro e as sete que assumirão mandatos iniciados em 2023, entre elas a deputada Cheila Moreira (PT‑AM), primeira suplente de Omar Aziz (PSD‑AM) eleita governador do Amazonas.
Do total de 54 cadeiras disputadas neste ciclo, 40 serão ocupadas por novos senadores, representando uma renovação de 74%. Entre os 32 incumbentes que buscaram a reeleição, 14 permanecerão, equivalente a 43,7%.
A composição ainda pode mudar caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirme o indeferimento do registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo), eleito senador pelo Paraná com 2,9 milhões de votos (25,14% dos válidos). Se a decisão for mantida, os votos de Dallagnol serão anulados e será necessária uma eleição suplementar no estado, o que alteraria a distribuição partidária projetada para 2027.
