Segundo a Agência Brasil, nas eleições de 4 de outubro de 2026 os eleitores escolheram dois senadores em cada um dos 27 estados e no Distrito Federal, totalizando 54 cadeiras em disputa – dois terços do Senado Federal. Os candidatos mais votados em cada unidade da Federação foram eleitos, passando a integrar a Casa ao lado dos 27 senadores que foram eleitos em 2022 e cujo mandato segue até janeiro de 2031.
A lista divulgada inclui, por exemplo, Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos) no Acre; Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD) no Amapá; Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) no Distrito Federal; Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos) no Espírito Santo; e Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL) no Rio de Janeiro. O texto apresenta ainda os nomes dos eleitos em todos os demais estados, como Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL) em Mato Grosso, ou Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) em São Paulo.
Com a renovação de dois terços das cadeiras, a composição do Senado passa a refletir a nova distribuição partidária a partir de 2027, embora a estrutura institucional permaneça a mesma: 81 senadores, três por unidade da federação, com mandato de oito anos e renovação alternada (um terço em um ciclo e dois terços no seguinte). O artigo não traz declarações adicionais de partidos ou dos próprios eleitos, limitando‑se a informar os resultados oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral.
