Segundo o Poder360, a campanha eleitoral de 2026 gerou uma série de memes que circularam amplamente nas redes sociais. O primeiro personagem a se tornar objeto de humor foi o Pilili, mascote oficial das eleições criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentado em maio; a figura, inspirada na urna eletrônica, recebeu o nome pelo som da tecla “confirma”.
Além do mascote, o comportamento dos candidatos também foi alvo de piadas. Vídeos que ironizavam políticos que reapareciam em cidades, abraçavam eleitores ou adotavam discursos típicos de campanha ganharam milhões de visualizações, como os posts de Lara Santana (16 ago 2026) e Thalisson David (24 fev 2026). No debate presidencial da Band, em 23 ago 2026, Gilberto Kassab foi filmado de olhos fechados, gerando memes que ele negou serem sinal de sono, afirmando que estava mexendo no celular. O candidato à vice‑presidência Ronaldo Caiado entrou na brincadeira, postando nas redes que, com ele na presidência, Kassab “dormiria tranquilo”.
Outros momentos virais incluíram Renan Santos (Missão) carregando duas fraldas com os nomes de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para ironizar a ausência dos adversários no debate, e a proposta de Augusto Cury (Avante) de usar drones para atender mulheres vítimas de violência, que também foi transformada em memes. Na reta final do primeiro turno, a imagem de Nossa Senhora Aparecida passou a circular como símbolo político nas redes.
Esses episódios demonstram como a cultura digital influenciou a percepção pública da disputa eleitoral, convertendo propostas, gestos e até símbolos religiosos em conteúdo humorístico que rapidamente se espalhou online.
