Segundo a Agência Brasil, neste ano de 2026 a urna eletrônica celebra 30 anos desde sua primeira utilização nas eleições municipais de 1996, marcando o que o veículo descreve como a maior revolução eleitoral do país. O sistema, desenvolvido com a participação de órgãos como as Forças Armadas, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério das Comunicações, substituiu o antigo voto em papel, reduzindo drasticamente o tempo de apuração e eliminando vulnerabilidades como a fraude da "urna grávida".
O texto destaca as principais etapas de evolução da tecnologia: em 1998 passou a exibir fotos dos candidatos; em 2002 foram instituídas a lacração pública dos sistemas e testes de integridade; em 2004 iniciou-se a auditoria dos códigos‑fonte; em 2006 começou a identificação biométrica, ampliada posteriormente; e em 2022 a capacidade de processamento foi aumentada em 18 vezes, com a introdução de tela sensível ao toque. Em 2026, a urna apresenta novos recursos, como intérprete de Libras, indicação de voto nulo ou branco e barra de progresso da votação.
A Agência Brasil também relata que, em outubro de 2025, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu o acesso aos códigos‑fonte da urna, permitindo inspeções por partidos políticos, Polícia Federal e Ministério Público até a lacração dos sistemas em setembro. O processo de votação passa por mais de 40 auditorias, incluindo Teste Público de Segurança, Testes de Integridade, Registro Digital do Voto (RDV) e Boletim de Urna, garantindo a integridade dos dados que são transmitidos por mídia criptografada a uma rede exclusiva da Justiça Federal. O texto enfatiza que a urna não possui conexão à internet, bluetooth ou wi‑fi, o que, segundo o TSE, impede ataques hackers externos.
