Segundo o Poder360, para o primeiro turno das eleições de 2026, que acontecerá em 4 de outubro, o eleitor deve apresentar à mesa receptora um documento oficial com foto ou o aplicativo e‑Título com fotografia para comprovar a identidade. O título de eleitor em papel não é obrigatório no momento da votação.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceita como documentos de identificação a carteira de identidade (RG), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte, certificado de reservista, carteira de trabalho física, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, identidade social e o e‑Título com foto. Esses documentos podem ser apresentados também em formato digital, desde que a Justiça Eleitoral os reconheça.
A resolução TSE nº 23.759/2026 permite que documentos oficiais com foto sejam usados mesmo que estejam vencidos, contanto que a identidade do eleitor possa ser confirmada. Por outro lado, certidões de nascimento ou casamento e a carteira de trabalho digital não são aceitas, pois não possuem fotografia validada por órgão oficial.
O uso do e‑Título como documento de identificação depende da presença da foto, que só aparece para eleitores que já tiveram a biometria coletada pela Justiça Eleitoral. Caso a foto não esteja disponível, será necessário apresentar outro documento oficial com foto. A ausência de cadastro biométrico não impede o voto; em alguns casos, a impressão digital pode ser usada graças a acordos da Justiça Eleitoral com outros órgãos públicos.
Antes de ir à urna, o eleitor deve consultar o local e a seção de votação pelo aplicativo e‑Título ou pelo autoatendimento da Justiça Eleitoral. Além do documento de identificação, recomenda‑se levar uma anotação em papel com os números das candidaturas, já que o uso de celular é proibido dentro da cabine.
