Segundo o Congresso em Foco, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) descartou a presença de explosivos em uma mochila lançada nas proximidades do Supremo Tribunal Federal na noite de quinta‑feira (1º). O incidente ocorreu por volta das 19h50, quando um homem de 28 anos tentou escalar a grade de segurança do STF e arremessou a mochila sobre o teto de uma parada de ônibus próxima ao edifício. O monitoramento do tribunal capturou a ação e acionou a PM e a Polícia Judicial.
O Esquadrão Antibombas realizou a inspeção do objeto e encontrou apenas itens pessoais, sem qualquer vestígio de explosivo. Por precaução, a área da Praça dos Três Poderes foi isolada e a Esplanada dos Ministérios ficou fechada até as 21h50, quando a perícia concluiu que não havia risco de bomba. A operação, denominada “Operação Petardo”, foi encerrada após a constatação.
O homem foi detido, conduzido à 5ª Delegacia de Polícia e, segundo a corporação, resistiu à abordagem. Após prestar depoimento, foi liberado. No momento da ocorrência, o presidente do STF, Edson Fachin, já havia deixado o prédio, e não há registro de envolvimento institucional adicional.
Até o momento, a informação vem de uma única fonte jornalística que reproduz o comunicado da PMDF. O caso ainda pode ser aprofundado pelas autoridades, mas, conforme o relato disponível, não há indícios de artefato explosivo.
