A Meta respondeu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sexta‑feira, 23 de outubro de 2026, informando que não encontrou violações nas políticas da empresa no canal "Exército do Lula" criado no WhatsApp para apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação foi solicitada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) para análise do conteúdo do canal.

De acordo com a empresa, a análise técnica constatou que o canal cumpre as diretrizes da Meta, não havendo conteúdo que infrinja suas políticas. O documento técnico anexado à resposta detalha as políticas avaliadas e a metodologia usada para detectar eventuais violações.

A decisão do TSE de suspender o canal em 11 de outubro, atendendo ao pedido de Flávio Bolsonaro, foi revertida pelo corregedor‑geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, que anulou a suspensão em menos de uma hora. Posteriormente, Kassio Nunes Marques liberou novamente o canal, registrando-o oficialmente no TSE.

A campanha de Flávio Bolsonaro alega que há indícios de descumprimento do plano de conformidade entregue ao TSE pelas plataformas da Meta, mas a empresa sustenta que não há infrações. O caso segue sob observação das autoridades eleitorais.