A 13 de outubro de 2026, o governo federal anunciou que o conjunto de políticas econômicas e sociais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu o patamar de R$ 248,7 bilhões. O cálculo, apresentado pelo Poder360, inclui crédito, benefícios sociais, desonerações e renegociação de dívidas anunciadas entre 1º de janeiro e 13 de outubro de 2026, sem considerar gastos regulares como Plano Safra, Bolsa Família ou Minha Casa, Minha Vida.

A medida mais recente, o Prospera MEI, foi lançada na mesma data e prevê o perdão de R$ 12,86 bilhões em dívidas da União com microempreendedores individuais, além de um programa de pagamentos via Pix, aumento do teto de faturamento e renegociação de débitos bancários. O custo para os pagadores de impostos foi estimado em R$ 16,7 bilhões.

Entre as iniciativas que compõem o “pacote de bondades”, destacam‑se o Reforma Casa (R$ 40 bi), a desoneração do diesel e o programa Move Aplicativos (ambos cerca de R$ 30 bi) e a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 mensais (R$ 28 bi). Outras ações, como o Desenrola 2.0 e 3.0, a subvenção da gasolina e a eliminação da taxa de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, foram apresentadas como parte da estratégia de campanha para o 4º mandato do petista.

Em cerimônia de sanção, Lula afirmou que “a economia cresce a partir da capacidade de consumo” e reiterou o compromisso de combater a desigualdade. A divulgação das medidas ocorre a 12 dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro de 2026.