A Constituição define a ordem de sucessão da Presidência da República para garantir a continuidade do poder quando presidente e vice‑presidente estejam impedidos. O vice‑presidente ocupa o primeiro lugar e é o único que pode assumir definitivamente a Presidência em caso de vacância simples. Se ambos os cargos ficarem temporariamente impedidos ou vagos, a sucessão segue para o presidente da Câmara dos Deputados, depois para o presidente do Senado e, por fim, para o presidente do Supremo Tribunal Federal.

Na atual composição institucional, os cargos da linha sucessória são ocupados por Hugo Motta (Republicanos‑PB) como presidente da Câmara, Davi Alcolumbre (União‑AP) como presidente do Senado e o ministro Edson Fachin como presidente do STF. Esses nomes podem mudar ao longo do mandato, já que os mandatos das casas legislativas e do STF têm renovação periódica.

O texto também menciona o cenário eleitoral de 2026, em que o ex‑presidente Lula (PT) concorre contra Geraldo Alckmin (PSB) e o candidato Flávio Bolsonaro (PL) tem Alfredo Gaspar (PL‑AL) como vice‑presidente. Contudo, a informação sobre a sucessão permanece válida independentemente dos resultados eleitorais, pois a ordem constitucional só se altera com mudanças nos cargos institucionais.