Influenciadores digitais atacaram nas redes sociais a negociação entre a Caixa Econômica Federal e o Sport Club Corinthians Paulista, que prevê a oferta dos direitos de nome da Neo Química Arena por 15 anos em troca da quitação da dívida de R$ 640 milhões do clube. A reunião que deu origem ao acordo ocorreu na sexta‑feira, 16 de outubro de 2026, com a presença do ministro da Secretaria‑Geral da Presidência, Guilherme Boulos, do presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e de dirigentes da torcida organizada Gaviões da Fiel.
Em nota conjunta, a Caixa e o Corinthians afirmaram que avançaram nas conversas e assinaram um termo de confidencialidade, ressaltando que as tratativas “permanecem em curso” e são conduzidas em “ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência”.
Os críticos classificam a medida como “eleitoreira”, apontando que as negociações foram iniciadas nove dias antes do segundo turno das eleições gerais, marcado para 25 de outubro de 2026, e sugerem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, torcedor declarado do clube, teria influência política no processo. Uma nova reunião está prevista para a segunda‑feira, 19 de outubro de 2026.
