A proteção do presidente da República e do vice‑presidente é coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão da Presidência da República. O GSI tem a responsabilidade de garantir a segurança pessoal dos chefes de Estado, bem como de seus familiares quando solicitado, e de proteger as instalações oficiais, como o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada, o Palácio do Jaburu e a Granja do Torto.
Em deslocamentos e eventos, equipes especializadas do GSI realizam planejamento detalhado, coordenam os deslocamentos e avaliam riscos, sempre em articulação com outros órgãos públicos. Essa estrutura institucional permanece inalterada independentemente do partido ou da equipe de campanha do mandatário que assumir o cargo em 2027.
A segurança presidencial ganhou maior visibilidade durante a campanha eleitoral de 2026, quando Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que passou a usar colete à prova de balas, citando o atentado sofrido por Jair Bolsonaro em 2018. Contudo, a proteção oficial continua a ser prestada pelo GSI, que mantém a mesma capacidade institucional para o próximo presidente.
