A senadora Tereza Cristina (PP-MS), aliada de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou na segunda‑feira (12 de outubro de 2026), durante o programa "Estúdio I" da GloboNews, que, caso o senador seja eleito presidente, precisará equilibrar as negociações do agronegócio com os Estados Unidos e a China.
Tereza Cristina, ex‑ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro, ressaltou que a China é a maior compradora de produtos agropecuários do Brasil e que os EUA representam o maior mercado mundial. "O equilíbrio vai ser colocado à mesa nessas discussões", acrescentou.
A senadora também fez referência ao equilíbrio que teria sido adotado durante a gestão de Jair Bolsonaro, citando a política tarifária de Donald Trump como fator que aumentou as tensões comerciais. "O presidente Donald Trump resolveu rever tarifas e discutir no seu governo com todos os países, não só com o Brasil", disse.
No primeiro turno das eleições presidenciais, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, vencendo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve 45,16%. O segundo turno está previsto para 25 de outubro.
A declaração de Tereza Cristina não traz dados sobre negociações concretas, mas indica que o futuro presidente precisará ponderar os interesses do Brasil em acordos comerciais do setor agropecuário.
