Segundo o Poder360, nas eleições de 2026 os brasileiros escolherão deputados federais, estaduais ou distritais e dois senadores por Estado e pelo Distrito Federal. O processo de escolha dos deputados segue o sistema proporcional: os votos recebidos pelos candidatos são somados aos votos de legenda – aqueles registrados apenas com o número do partido – e, a partir do quociente eleitoral e partidário, as vagas são distribuídas entre os partidos ou federações. Os candidatos mais votados dentro de cada legenda ocupam as cadeiras conquistadas.
Em 2026, a Câmara dos Deputados terá 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. O cálculo do quociente eleitoral divide o total de votos válidos pelo número de vagas em disputa, enquanto o quociente partidário determina quantas cadeiras cada legenda conquista inicialmente, havendo ainda regras de sobras eleitorais para as vagas remanescentes.
Para o Senado, o sistema é majoritário: cada unidade da federação elegerá os dois candidatos mais votados, sem voto de legenda nem segundo turno. Dessa forma, 54 das 81 cadeiras do Senado serão renovadas em 2026, com mandato de oito anos e dois suplentes para cada senador eleito.
A votação ocorrerá em dois turnos. O primeiro turno, marcado para 4 de outubro de 2026, decidirá as eleições de deputados e senadores. O eleitor votará, na ordem, deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador (primeira vaga) e senador (segunda vaga), além de governador e presidente da República. Caso necessário, o segundo turno – previsto para 25 de outubro – será realizado apenas para as disputas de presidente e governador.
