Na sessão de 14 de outubro de 2026, o dólar comercial subiu 0,17% e fechou em R$ 5,028, tendo oscilações entre R$ 5,019 (mínima) e R$ 5,055 (máxima). O índice Ibovespa, principal termômetro da Bolsa de São Paulo, recuou 0,18%, encerrando em 206.505,98 pontos, depois de variar entre 203.463,77 e 207.220,81 pontos ao longo do dia, com volume financeiro de R$ 27,70 bilhões.
O movimento foi impulsionado pelos dados de inflação dos Estados Unidos: o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) subiu 0,6% em setembro e 3,7% nos últimos 12 meses, acima das projeções de analistas. A divulgação reforçou as expectativas de que o Federal Reserve (Fed) possa elevar a taxa básica de juros para conter a pressão inflacionária.
Na mesma tarde, os principais índices de Wall Street registraram queda, com o S&P 500 recuando 1,10% (7.719,54 pontos), o Nasdaq 1,88% (26.692,87 pontos) e o Dow Jones 0,09% (51.622,32 pontos). Em contraste, os mercados europeus fecharam em alta, destacando o FTSE 100 (+0,70%) e o CAC 40 (+0,58%).
O cenário indica que os investidores brasileiros continuam sensíveis às variações da política monetária norte‑americana, que podem impactar tanto a cotação do dólar quanto o desempenho da bolsa local nos próximos dias.
