Segundo o G1 Política, Renata Gil, diretora para Assuntos Internacionais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), abriu um seminário de recepção a observadores internacionais destacando a transparência e a segurança do processo eleitoral brasileiro. Ela afirmou que "democracias maduras não temem ser observadas" e que a presença de delegações estrangeiras – como representantes da OEA, da União Europeia, do Parlamento do Mercosul, da Liga dos Estados Árabes e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – reforça o diálogo entre democracias.

O evento contou com a participação de figuras como José Miguel Insulza, ex‑ministro das Relações Exteriores do Chile; Eladio Loizaga, ex‑ministro das Relações Exteriores do Paraguai; e Agustín Espinosa Lloveras, ex‑embaixador do Uruguai no Brasil. Renata Gil ressaltou que o programa de observação eleitoral, realizado pela Justiça Eleitoral desde 2010, permite que convidados estrangeiros conheçam os mecanismos, façam perguntas e acompanhem os procedimentos eleitorais.

Em seu discurso, a diretora também destacou a evolução tecnológica das urnas brasileiras, apontando que a cada pleito são acrescentadas camadas de segurança, transparência, auditabilidade e inclusão, o que aumenta a confiança nos resultados. Ela convidou os observadores a se sentirem em casa no Brasil, a dialogarem e a testemunharem o momento em que milhões de brasileiras e brasileiros exercerão o voto.

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, esteve ausente por indisposição, mas a mensagem institucional foi mantida pela diretora Gil. Até o momento, não há indicações de controvérsias ou críticas ao programa de observação; a matéria relata apenas as declarações oficiais e o objetivo do seminário.