Segundo o Poder360, a tornozeleira eletrônica que monitora o ex‑presidente Jair Bolsonaro foi substituída em 29 de setembro. A troca foi feita por uma policial do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (CIME) na própria residência de Bolsonaro, em Brasília.

O equipamento faz parte das medidas de controle impostas pela Justiça para o cumprimento da prisão domiciliar, regime adotado após a condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses pelo STF no processo de tentativa de golpe de Estado. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e mantida após prorrogações.

Em novembro de 2025, o sistema de monitoramento havia registrado indícios de violação da tornozeleira, e o ex‑presidente teria alegado ter usado um ferro de solda para tentar abrir o dispositivo. Essa tentativa levou à conversão da medida cautelar em prisão preventiva.

A informação sobre a troca da tornozeleira foi corroborada por duas fontes independentes, entre elas o portal Metrópoles, que também detalha a atuação da polícia do CIME no procedimento.

Até o momento, não há declarações públicas de Bolsonaro ou de sua equipe sobre o ocorrido, nem indicações de novas providências por parte do STF ou do Ministério da Justiça.