Em 13 de outubro de 2026, bolsonaristas, apoiadores do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), ofenderam a memória da vereadora Marielle Franco em um ato realizado próximo à Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC‑Rio). Em vídeos que circularam nas redes sociais, os manifestantes ironizaram o assassinato de Marielle, dizendo, entre outras frases, que ela “está com papai do céu” ou “no colo do capeta”. O carro de som, usado pelos bolsonaristas, também contava com discursos contra apoiadores de Lula, que responderam com gritos de mobilização e entoaram “Marielle, presente”. A filha de Marielle, Luyara Franco, publicou vídeo no qual condenou o deboche, afirmando que “zombar do assassinato de Marielle Franco não é opinião, não é debate, não é liberdade de expressão”. A irmã de Marielle, deputada federal eleita Anielle Franco (PT), também expressou apoio aos estudantes pró‑Lula nas redes sociais. O ato aconteceu um dia após a PUC‑Rio ter proibido manifestações político‑partidárias na universidade até o fim das eleições. A reportagem foi publicada pela Agência Brasil no dia 13 de outubro de 2026.