No domingo, 18 de outubro de 2026, a Band/Estadão transmitiu o primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Nos bastidores, a tensão se refletiu na plateia, onde apoiadores dos dois candidatos trocaram provocações, gritos e até pedidos de expulsão de integrantes da organização.
Entre os incidentes, o deputado federal Lucas Pavanato (PL‑SP) filmou e provocou a campanha petista, enquanto Marco Aurélio de Carvalho, coordenador da campanha de Lula em São Paulo, e o ex-prefeito João Campos (PSB) rebatam as intervenções. A primeira‑dama Janja também se envolveu, acusando o senador Sergio Moro de mentir durante o discurso de Flávio.
Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social, reclamou que Flávio ultrapassava o espaço reservado a Lula, gerando nova discussão com a equipe da Band, que precisou intervir para conter os atritos. Nos intervalos, assessores de ambas as campanhas – como Daniella Marques (equipe de Flávio) e o deputado André Janones (Rede‑MG) – enviaram instruções em tempo real, inclusive ao grupo de mobilização “Exército do Lula” no WhatsApp.
Ao final do programa, aliados continuaram a gritar “Lula” e “mito” nas arquibancadas, reforçando a polarização que marcou o confronto. O debate encerrou com Flávio Bolsonaro se aproximando de Sergio Moro e fazendo uma provocação ao ex‑juiz, enquanto a equipe da emissora ainda lidava com as demandas de expulsão e controle de acesso ao estúdio.
