Segundo o G1, o escritor e candidato à presidência pela sigla Avante, Augusto Cury, realizou neste sábado (3) seu último dia de campanha do primeiro turno em Colina (SP), cidade onde nasceu. Durante a caminhada, ele visitou apoiadores, parou em uma padaria e recordou sua origem humilde, afirmando que pretende ser "uma alternativa" aos candidatos que lideram as pesquisas.
Cury denunciou o que chamou de "excesso de privilégios" dos políticos que ocupam cargos em Brasília, citando exemplos como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teria 74 funcionários do Palácio da Alvorada em sua residência, e o senador Flávio Bolsonaro, que teria mais de 40 assessores, cujo custo recairia sobre o contribuinte. Em contraste, o candidato apontou a falta de estrutura nas escolas, destacando que professores não contam com auxiliares em sala de aula.
Em entrevista coletiva, o candidato reforçou a crítica ao cenário de polarização política e declarou que sonha em ser presidente para devolver "o sonho" ao brasileiro, prometendo doar seu salário e convocar "os melhores especialistas" para governar. Ele resumiu sua proposta com a frase: "O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil."
